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Até mais

Desde o início do blog foram coletadas 28 brincadeiras, em fotos e vídeos, autorizados pelos responsáveis das crianças.

Foi um prazer dividir os meus registros com vocês! Ainda não sei se este espaço será retomado ou se criarei outro com uma nova proposta, mas aviso por aqui.

Nos encontramos em breve.

Fala um número

Menino chega na rua com brinquedo feito de papel.

Não sabe o nome do brinquedo, nem da brincadeira, mas sabe brincar!

Quem estava lá, naquele momento, também conhecia bem a brincadeira.

Acabamos fazendo alguns desses brinquedos-sem-nome, ali mesmo, no passeio.

Depois de pronto, com a dobradura de papel nas mãos, o convite pra brincadeira era assim: “fala um número!”

.

Sobe e escorrega

Não exatamente em uma rua, mas numa praça.

A rampa, pensada para skates e bicicletas, acolhia um grupo de meninos.

Alcançar o ponto alto

derrapar os pés na rampa

atingir o topo

e escorregar…

muitas e muitas vezes

Era esta a brincadeira!

A rua e o mar

Aqui a rua é perto do mar.

E perto do mar o vento não se cansa de soprar.

Um convite para soltar papagaio.

Observo de longe o encontro de dois meninos nessa brincadeira.

O menor tenta várias vezes empinar seu papagaio.

Não consegue.

O outro se aproxima, coloca o papagaio do pequeno amigo nas alturas e em seguida, devolve o brinquedo para o dono.

As imagens contam melhor que as palavras!

Bola em toda parte

A placa na rua anterior sinalizava.

E andando mais um pouco, quase na praia, vi quatro crianças que brincavam de bola.

Não deu para saber qual era o jogo, mas de longe, dava para sentir a alegria que ela proporcionava!

De volta…

Muitas andanças pelo Estado de Alagoas.

Numa dessas me deparei com a placa

Já meio gasta, com letras apagadas, não deixa de ser forte na idéia!

E não é que a frase casa bem com esse blog!

Devagar, aqui (também) as crianças brincam livremente!

Já em Belo Horizonte, conversei com Lia, de 14 anos, sobre brincadeiras de rua.

Por aqui não são só as crianças que brincam nesse espaço…

“Eu venho na rua todos os dias, não consigo ficar sem ir na rua não, credo! Eu tenho vício de vir na rua, sério. Até quando eu dormi na casa de uma amiga minha que mora longe, aí eu não consigo ficar presa dentro da casa dela, mesmo se tem tudo eu não consigo. Eu gosto de ficar na rua. Eu gosto de brincar. Todo o dia a mesma coisa, corda, elástico, só tem isso, de bola (…) É um vício, a gente não consegue.  A moça da escola fala pra minha mãe “essas meninas estão tão na rua”, mas quando a pessoa nasce no beco, mais ela gosta de ficar na rua. Tem assim apartamento, nesse apartamento aqui tem um tanto de gente do nosso tamanho. Você acha que fica na rua? Hum… tudo dentro de casa, sei lá, parecendo doido. Parece que quem mora em apartamento não pode sair pra nada.”

 

Pausa

Aproveito as imagens de uma experimentação espontânea e alegre,

pego carona nas mãos das meninas e meninos e dou meu tchau temporário…

Uma quinzena de pausa: Férias!

Até a volta!

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