Falada, conversada, pulada, encenada, improvisada.
Esta brincadeira de corda faz muitas misturas…
Uma criança começa pulando, outra pede para entrar.
E elas iniciam o diálogo:
“Toc, toc”
- Quem é?
- Sou eu.
- Eu quem?
- Comadre.
- Pode entrar.
- Tem cachorro?
- Não.
- Gato?
- Não.
- Se tiver?
- Mataremos.
- Com o quê?
- Com facão.
- Que cor?
- Azulão.
- Então, dá licença que eu já vou entrar!
- Você quer café?
- Não.
- Leite?
- Não.
- Biscoito?
- Quero!
- Então dá licença que eu já vou buscar!
Leite, café, biscoito, pode-se oferecer o que quiser para a comadre. Só quando ela aceita algo é que quem ofereceu sai da corda e termina a brincadeira.
Muitas vezes a criança que sai, dá a volta e recomeça tudo com um “toc, toc”.
E inverte-se os papéis!
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Este post é dedicado a minha querida amiga Eliane Miranda, que foi comadre tantas vezes na sua meninice…